Quando paro pra pensar no verbo amar, percebo que em toda a minha vida eu conjuguei toda vez que me apaixonei. Pode se dizer que o banalizei. Mas não por querer fazer perder o sentido, mas por não perceber que amar é muito mais do que simplesmente gostar. Não é desejar que a pessoa seja perfeita, e sim adimirar os defeitos.
Nos últimos quatro anos da minha vida, eu aprendi o que é amar. Eu sinto vontade, desejo, e não apenas saudade. Nem se eu passar um dia inteiro e uma noite, a vontade/saudade acaba. É como se fosse assim: cada parte de mim gritasse por você perto de mim. Como se você fosse embora, e não voltasse, meus pulmões se esqueceriam como é respirar, ou simplesmente perdessem a vontade.
Em toda a minha vida, nunca tivesse sentido meu coração tão completo, tão cheio. Nunca me entreguei sem receios, nunca gostei de alguém assim como eu gosto de você.
Por isso que conjuguei o verbo mais uma vez, por isso exclui o EU e me juntei ao NÓS. Eu não me importo em ter que esperar, em ter que fazer você acreditar. Eu posso fazer isso a minha vida inteira, e ainda sim nunca me cansar.
Eu NUNCA precisei tanto de alguém, como preciso de você. Talvez alguém ache tudo isso exagerado, ou até você mesmo. Mas eu, realmente, não me importo. O que eu sinto me faz bem, me faz feliz, tá me fazendo crescer, amadurecer.
Me deu novos olhos, novos mundos, novo brilho, nova vida. A MINHA VIDA.
Por você eu faço qualquer coisa, só para te ver sorrindo.
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